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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O firme e violento homem da Igreja

Paulo é o apóstolo, missionário que gastou sua vida pela Igreja, pelo cumprimento da Vontade de Deus a seu respeito, radicalmente e não ergueu qualquer obstáculo para o anúncio do Evangelho. Homem valente, corajoso, cheio de fervor e de unção, de parresia, pois era urgente que evangelizasse.

Pelo exemplo de um homem a Igreja pôde crescer solidamente. Pela solidez de suas decisões e de suas palavras nada se opôs ao rápido crescimento e expansão do critianismo. Quem dera todos nós compreendêssemos e assumíssemos nossa missão como ele, com sua intrepidez e certeza da Vontade de Deus a seu respeito.

Paulo me inspira violência de coração, submissão incondicional a Cristo, intrepidez, afabilidade, atenção à humanidade, disposição de anunciar a qualquer momento o Evangelho, de forma oportuna ou não. Seu testemunho pungente leva-me ao âmago da minha própria existência e me faz questionar-me qual minha missão e o que me impede de aderir decididamente ao mandato missionário de Cristo.

Entre mim e ele a semelhança de sermos fracos, limitados, pois humanos. Ele soube apoiar-se na Rocha Firme e, por isso, foi forte. Assumiu a potência da cruz e da ressurreição do Senhor Jesus e, não obstante toda oposição, anunciou a Boa Notícia que salva o homem da escravidão do pecado. Jamais esteve só, por mais que os homens o deixassem numa aparente solidão.

Firmeza, solidez, parresia, fé, coragem, amor, radicalidade, intrepidez, força, perseverança, martírio são palavras que impactam o mais profundo do meu ser e que me lançam a uma vivência radical do Evangelho, crendo que sou acompanhado pela intercessão dos santos homens e mulheres que já antes de mim permitiram ser atingidos pelo raio do anúncio da Boa Nova.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Pessoas

Saí por aí. Terço na mão, tênis no chão. Fazer uma caminhada? Não. Acho que eu somente queria ver. Ver a cidade, as pessoas, os animais, as plantas. Eu não tinha a intenção de ser visto. Mas o terço na mão chamou a atenção. O primeiro foi um retirante do interior do Ceará. Roupas claras, sujas, marcadas pelo suor e pela luta. Disse que era muito difícil ver um jovem com um terço na mão. Na sua havia uma sacola que carregava, tudo o que tinha para sobreviver. Simpatia, coisa rara de ver. Ele não tinha roupas bonitas, nada a me oferecer. Mas a sua companhia, mesmo que efêmera, pois só durou alguns segundos, enriqueceu o meu entardecer. Senti-me motivado a caminhar mais. Um quarteirão depois, um jovem surgiu questionando o que significava aquilo. Eu não entendi. Mas é claro! Era o terço na minha mão. Respondi-lhe que era uma forma de meditar a vida de Cristo e sair um pouco da loucura do meu dia. Ele não acreditava no terço. Era protestante. Argumentou algumas coisas. Mas não me demoveu a ideia de seguir adiante. Era realmente muito interessante conhecer a opinião de quem se aproximasse de mim. Não apressei o passo. Acho que não perdi nem mesmo uma caloria sequer. Eu perdi, aprendi outras coisas. Perdi o medo dos outros, aprendi com quem não teve medo de se aproximar de mim. As ruas contém as pessoas. As pessoas fazem as ruas. O que importa mesmo é que são sempre pessoas, homens e mulheres que apenas saem por aí.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Qual a medicina que queremos?

Não devemos olhar para a medicina apenas como fonte de lucro e de conhecimento. Não! É muito mais que isso! É preciso amar, ser misericordioso, é preciso testemunhar a vida de Cristo, é preciso ser um novo Cristo.

Eu quero ser esse profissional que não visa ao lucro e nem ao sucesso humano. Quero ser competente no que faço e, acima de tudo, amar os que sofrem, os doentes, escutá-los, aliviar sua dor. Não quero ser apenas um consultor do corpo... Não! Quero enxergar o homem por inteiro com suas necessidades mais interiores.

Não se trata somente de medicá-lo, mas também de confortá-lo, de compreendê-lo, de ouví-lo, de amá-lo, de orientá-lo, de ensiná-lo a viver melhor. Eu quero ver Cristo em cada paciente e jamais cair no erro de ser indiferente ao outro e de um cientificismo que aniquila o homem.

Será que ninguém vê que o que o homem precisa é de amor, de atenção, de cuidado, de educação, de respeito, de civilidade, de justiça, de verdade, de Cristo?! Eu quero ser Cristo para cada homem para cada mulher e que Deus me abençoe nessa missão solitária.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Halleluya 2009


Quero convidar todos os meus amigos a pariciparem do Halleluya 2009, nos dias 22 a 26 de julho que será realizado no Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU), próximo ao Castelão, em Fortalez-CE. Esta é uma oportunidade única para aqueles que têm dentro de si uma sede por algo maior e que não se contenta em alegrias passageiras.
Numa festa onde o diferencial é a felicidade que não passa, todos podem experimentar do amor verdadeiro e que preenche todos os vazios que nós temos. Vamos juntos testemunhar que o homem moderno tem um grande desejo de ser feliz e de corresponder ao amor com que foi amado por Cristo Jesus!! Estarei todos os dias tocando para o Senhor. Principalmente, o Missionário Shalom se apresentará no sábado. Portanto, nos encontremos por lá!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Ao Bom Pastor


Quando ouço a Tua voz
sei que vem de Ti o doce chamado
Quando ouço a Tua voz
apaga-se em mim o medo exagerado
Quando ouço a Tua voz
cessam enfim as dúvidas erguidas
que surgem desmedidas
Quando não ouço a Tua voz